09 dezembro 2007

NÃO OLHE TANTO PARA O UMBIGO


Do blogue "A Lei do Funil" (larga para alguns - poucos-, estreita para todos os outros!) recuperei uma informação que conheço desde o período de investigação que fiz para o Projecto Bolina.

É sempre bom conhecer o que outros, noutros lugares, vão experimentando para, de uma só cajadada, ajudar a resolver o problema do congestionamento de trânsito nas cidades, reduzir a produção de CO2 e melhorar a condição física das pessoas.

Em Lyon estão a conseguir isso mesmo. O município criou um sistema de aluguer de bicicletas que põe à disposição dos cidadãos, 24h/24horas, 7 dias na semana, para fazerem as suas deslocações no interior da cidade.
Actualmente há 2000 bicicletas disponíveis e, brevemente, passará a haver 4000.

Para utilizar este serviço, os cidadãos fazem uma inscrição prévia, sendo-lhes atribuido um cartão electrónico, que serve para os identificar os utentes e debitar os custos da utilização das bicicletas.
Há bicicletas disponíveis em estações de distribuição que distam entre si não mais de 300 m. Para alugar uma bicicleta, existe em cada estação uma máquina onde se introduz o cartão e a senha de validação. Depois basta retirar uma das bicicletas disponíveis e usá-la. Se o tempo de utilização até à entrega noutra estação não ultrapassar 30 minutos o custo do aluguer é nulo! Se ultrapassar esse tempo e for menos de 1h30 pode custar entre 0,5 € e 1€ dependente do tipo de "contrato" que tiver feito com o município. Mas se tiver um passe de transportes públicos então a primeira hora é gratuita.

Claro que, na Póvoa, com uma Maioria cítrica tão displicente e treinada a sacudir a água do capote, tera de ser o mercado a criar algo de parecido...se for capaz!



3 Comments:

Anonymous Anónimo said...

Vamos lá ver que tipo de parra Vocemessê fala, eu, que não das ciências nem matematicas muito menos lixeiro (salvo a honra deles); só lhe sei dizer que home que abandona o barco numa maré perde a confiança dos camaradas,e, eu sei que Vocemessê não faria isso aos seus.
Como tal penso que as ultimas noticias são peidos para o ar e que aguarda a devida acalmia que até os lobos do mar faziam enquanto as vagas batiam na ponta do cais e ansiosamente aguardavam por ventos de feição.
Acredite meu amigo a corda está esticada, o porco está mais que morto e só falta acender as brasas para a festa se realizar, aí, vai ser comer como antigamente limpa-se a porcaria aproveita-se o que é bom e o resto vai para os cães que estão sempre por perto e não nos largam mesmo que comam a merda que ninguém aceita.
O que tristemente como sabe é a verdade, quando ganhar as eleições esses mesmos cães andarão à sua volta, não sabem fazer mais nada na vida, quando for Presidente desta terra, acabe com essa raça e abra espaço aos Poveiros verdadeiros sem interesses por mordomias etc.
Tenho pena que as pessoas o julguem antes de o ser, mas, nesta terra é mesmo assim, o unico que tem olho é rei e ninguém o sabe.

10 dezembro, 2007 21:40  
Blogger CÁ FICO said...

VAMOS COMEÇAR A IMPOR REGRAS: QUE A ABSTENÇÃO OCUPE LUGARES NA ASSEMBLEIA DA RÉPUBLICA - isto é 40% de abstenção corresponde a menos 40% de deputados na assembleia - isto é são menos 40% de tachistas a mamar no povo. Divulguem esta ideia.

altapinto, em 2007-12-06 23:26:32

11 dezembro, 2007 11:18  
Blogger Manuel CD Figueiredo said...

Visitei La Rochelle,uma cidade no litoral de França, essencialmente virada para o turismo, já lá vão 25 anos. Na altura não era muito populosa, nem nada fazia prever(pensava eu) o desenvolvimento que mostrava dez anos depois. Cresceu muito, e bem.
Um facto me chamou a atenção: o elevado número de bicicletas "estacionadas" em vários pontos da cidade, sabendo que os franceses não são (eram) tão "ciclistas" como os holandeses, por exemplo.Fiz perguntas. Fiquei a saber que era um projecto da Câmara Municipal
(socialista), que oferecia aos interessados residentes e visitantes um modo prático de locomoção na cidade(com as vantagens que se conhecem); e mesmo sem os meios tecnológicos de agora, era possível "requisitar-se" uma bicicleta num "posto de atendimento" e deixá-la , se quisessem, num outro posto. Os elementos de identificação do utente bastavam para que tudo decorresse normalmente.
Como se vê, não precisaria a nossa Câmara Municipal de inventar a pólvora(inventar a roda, neste caso); bastaria adaptar e por em prática um sistema como o que descrevi. Simples.
Poderia também seguir o exemplo de cidades portuguesas que enveredaram pelo mesmo princípio.
Com tantas provas de amor às bicicletas, à nossa Câmara bastaria apenas a vontade de fazer algo de muito positivo.

13 dezembro, 2007 20:48  

Enviar um comentário

<< Home